"E se realmente gostarem? Se o toque do outro de repente for bom? Bom, a palavra é essa. Se o outro for bom para você. Se te der vontade de viver. Se o cheiro do suor do outro também for bom. Se todos os cheiros do corpo do outro forem bons. O pé, no fim do dia. A boca, de manhã cedo. Bons, normais, comuns. Coisa de gente. Cheiros íntimos, secretos. Ninguém mais saberia deles se não enfiasse o nariz lá dentro, a língua lá dentro, bem dentro, no fundo das carnes, no meio dos cheiros. E se tudo isso que você acha nojento for exatamente o que chamam de amor? Quando você chega no mais íntimo. No tão íntimo, mas tão íntimo que de repente a palavra nojo não tem mais sentido. Você também tem cheiros. As pessoas têm cheiros, é natural. Os animais cheiram uns aos outros. No rabo. O que é que você queria? Rendas brancas imaculadas? Será que amor não começa quando nojo, higiene ou qualquer outra dessas palavrinhas, desculpe, você vai rir, qualquer uma dessas palavrinhas burguesas e cristãs não tiver mais nenhum sentido? Se tudo isso, se tocar no outro, se não só tolerar e aceitar a merda do outro, mas não dar importância a ela ou até gostar, porque de repente você até pode gostar, sem que isso seja necessariamente uma perversão, se tudo isso for o que chamam de amor. Amor no sentido de intimidade, de conhecimento muito, muito fundo. Da pobreza e também da nobreza do corpo do outro. Do teu próprio corpo que é igual, talvez tragicamente igual. O amor só acontece quando uma pessoa aceita que também é bicho. Se amor for a coragem de ser bicho. Se amor for a coragem da própria merda. E depois, um instante mais tarde, isso nem sequer será coragem nenhuma, porque deixou de ter importância. O que vale é ter conhecido o corpo de outra pessoa tão intimamente como você só conhece o seu próprio corpo. Porque então você se ama também."
Caio F. de Abreu
Texto copiado na cara dura do blog da Ana. Que por sinal, esse é o link:
http://anettasspotlessmind.blogspot.com/
Sexta-feira, Junho 05, 2009
Quarta-feira, Junho 03, 2009
1º de julho: o grande dia!
Quarta-feira, Maio 13, 2009
Casório!
Sexta-feira, Janeiro 02, 2009
Então...
...o blog vai ficar às moscas por um tempo. Nesse domingo estou de mudança. Vão começar a fazer uma reforma infernal em casa e o meu recanto ficará inutilizável por no mínimo uns dois meses. Então, já arranjei uma casinha muito ajeitadinha perto da escola, e lá ficarei até que tudo termine por aqui.
Não que isso vá fazer muita diferença, ultimamente não tenho escrito muita coisa mesmo.
Um ótimo ano novo cheio de coisas novas pra todo mundo, e até qualquer dia.
Terça-feira, Novembro 11, 2008
Resoluções de Aniversário
* Ir para a faculdade e assistir à aula (isso significa não ficar na cantina, nem na pracinha, nem dando voltas pela rua, nem ir ao bar, nem ficar na porta da sala conversando).
* Chegar aos 55 quilos (¬¬).
* Estudar Italiano de verdade (pra não ficar olhando com cara de boba quando o professor perguntar: Hai capito tutto quello ho detto?).
* Parar de comer porcaria o tempo todo (ou seja, trocar bolacha recheada por bolachinhas integrais, trocar a barra chocolate de 170 gramas por um Talento daqueles pequenininhos, e café só com adoçante).
* Fazer academia nas férias (esse meu braço cheio de pelanca não está com nada).
* Ser capaz de dançar um tango decente sem tropeçar (com bunda empinada e tudo).
* Parar de chegar atrasada no serviço.
* Guardar dinheiro pra comprar a casa (como se fosse fácil mesmo...)
* Decidir o que eu quero fazer realmente da minha vida (a época de crise existencial já passou... Será que Hotelaria e Turismo seria uma boa?)
* Garantir que as resoluções do próximo ano sejam: começar a falar russo, fazer dança do ventre, escolher que cor será a parede da minha sala nova, e blablablá...
Quarta-feira, Setembro 24, 2008
Conclusões de uma auto-psicanálise furada - Parte V
Quarta-feira, Setembro 03, 2008
Conclusões de uma auto-psicanálise furada - Parte IV
Domingo, Agosto 17, 2008
E lá vamos nós...
...até chegar àquele ponto em que começamos a sentir saudades e até insistimos em gravar um CD idiota que, talvez, nunca será entregue.
Não que seja um CD bonitinho, é só um CD de dança de salão como o de todo mundo. Só não gravei até agora pra ver ele pedir outra vez. Ô gênio ruim do inferno, viu!
Quinta-feira, Julho 10, 2008
Clarissa dando aula (olha o fiasco...)
Era a 2ªC, conhecida também como a sala dos encapetados. Foi Clarissa inocentezinha com um punhado de canetas coloridas e um sorriso de "sou-uma-professora-adorável" para a sala. Acho que tinha uns 25 alunos. Pedi que todos abrissem o caderno e copiassem o que iria ser passado na lousa. Quando virei para ver se todos estavam fazendo, o menino que senta bem na frente da mesa da professora estava meio que apanhando de um dos meninos do fundo. Dei uma dura nele com a minha cara menos simpática e mandei sentar. Perguntei por que ele não fazia a tarefa.
"Eu não sei, professora. Tenho um problema na cabeça."
"É, prô!", disse a menina que sentava atrás dele, "Ele é louquinho mesmo."
"Não pode falar assim. Você não ia gostar se dissessem isso sobre você."
"Não, prô, eu sou louco mesmo", engrossa o menino.
"Tá, mas o que você fica fazendo durante a aula?"
"Uma tarefa diferente de todo mundo. Olha meu caderno."
"Hm... muito bem, vou dar uma tarefa especial para você, então." E passei aquela musiquinha Capelinha de Melão para ele copiar. Não me julguem! Era a única coisa que eu tinha, e não sou lá muito adepta do construtivismo.
Era uma atividade sobre número de sílabas e tal. Tive uma dificuldade enorme para explicar sobre divisão silábica sem enveredar a falar em vogais e semivogais. Não tem que agumentar com eles, você é a professora dessa vez. A própria fonte do conhecimento! Tipo uma deusa num pedestal. O que você disser vai ser a verdade e ponto final.
Ai, Jesus, tenho que agradecer todo dia por não ter feito pedagogia.
A hora do recreio estava chegando, minha voz estava indo embora porque ninguém queria saber o que era uma palavra polissílaba, e quatro pentelhos insistiam em se bater e subir nas cadeiras.
O sinal tocou. Corri até à porta para conter o povinho.
"Se não fizer fila, me der a mão e se comportar feito gente até chegar ao pátio, volta todo mundo pra sala e fica sem recreio."
Hm... surtiu efeito.
Olhares surpreendidos se voltaram para mim e a turma, ninguém acreditava que a mocinha-da-secretaria estava com a sala dos encapetados. Deixei o pessoal no pátio e fui para a secretaria. Peguei minha canequinha, pus água, coloquei para esquentar no microondas da sala dos professores e fiquei olhando girar por dois minutos, esperando que aquilo trouxesse minha voz de volta e levasse a dor de cabeça embora. Coloquei o saquinho de chá na caneca e fiquei naquele põe-e-puxa até que ficasse bom.
Uma colherinha de açúcar? Vou por duas, que se dane.
Tomei. A professora da sala aparece.
"Preciso que você fique com eles depois do recreio. Não tem problema?"
"Nããão, imagina."
O novo round começa. Todo mundo, de repente, fica com dor de cabeça, dor de ouvido, dor de barriga e quer ligar para que a mãe venha buscar. Uma das meninas está realmente mal e começa a chorar. O "louquinho" decide se compadecer da garota e fica gritando pedindo silêncio. Os outros garotos que já não vão muito com a cara dele começam a bater no coitado. Mando todo mundo sentar. Dois não obedecem de jeito nenhum e começam a correr como doidos. Chego perto e dou um berro mandando sentar pelamordedeus. Então, o louquinho decide bancar o justiceiro e tenta por os meninos para sentar na base da estojada.
"Não faça isso! Para agora! Vai sentar!"
Bom, gritar não adiantou. Eu tinha que entrar na briga.
Até deu para separar os três, só que levei umas boas estojadas na cabeça também.
Como eles puderam fazer isso comigo? Justo eu, a fonte do conhecimento, a deusa no pedestal e tudo mais?
Comecei a repensar todas as escolhas que tinha feito. Será que trancar a matrícula da faculdade e me mudar para Engenheiro Coelho no internato seria inviável? Será que dá tempo fazer a faculdade de Tradutor ainda? Estava com uma puta vontade de chorar e sair correndo.
Mas sabe, se eu disser que todos eram encapetados é mentira. Alguns eram realmente uns amores. Quando estava para ir embora, um deles se aproximou (o único que entendeu quando expliquei porque nós dividimos ba-le-ia e não ba-le-i-a), e perguntou:
"Professora, como é seu nome?"
"Clarissa."
"Eu sou o Rafael (esqueci o sobrenome dele... tinha uns três com o mesmo nome na sala)."
"Gostei de você e da sua aula também."
Juro que eu abracei o molequinho como nunca abracei o meu irmão na vida.
"Obrigada, querido. Também gostei muito de você."
Bom, e o dia teve um final feliz.
Essa semana estava na hora do intervalo pelo pátio, meia dúzia de crianças vieram esticando o braço e dizendo: "Oi, prô!!"
Uma das meninas, a mais linguaruda de todas, a mesma que disse que o menino era louquinho, sentou ao meu lado no banco e disse:
"Prô, você vai dar aula para nossa sala hoje?"
"Não, vocês já tem uma professora."
"Eu sei, mas ela não sabe nada. Se você quiser, a gente pede para ela ir embora pra você dar aula pra gente."
Clarissa toda feliz por dentro. =D
"Não... eu já estou fazendo outra coisa."
"Ah... tchau, prô. Vou pra fila."
Voltei para secretaria sabendo que talvez, talvez!, ser professora não é um sonho assim, tããão impossível.
Segunda-feira, Junho 30, 2008
Aula de samba desse domingo...
Essa sou eu dançando com o Renan! ^^ Pena que o vídeo ficou escuro. A música parece bossa nova, mas na verdade é samba de gafieira. Gosto dos sambas mais nervosos, como diz o Renan. Acontece que essa é a música preferida dele, e como ele é quem tem o controle do som...
Hehehe... Ainda não estou aquelas coisas. Falta arrumar a postura, pisar com mais vontade, olhar para a pessoa com quem estou dançando (não para o chão!), e tals. O resto é resto, e o bom é que é bom.
Sábado, Junho 28, 2008
Once gone black, never come back
Antes que alguém pergunte, é só um momento de introspecção. Acho que é um momento de cinco segundos, ou cinco dias. Talvez cinco meses, não sei.
Qualquer dia desses, o blog fica amarelo.
Sexta-feira, Junho 27, 2008
It's a moo point.
Rachel: A moo point?
Joey: Yeah. It's like a cow's opinion. It just doesn't matter. It's moo.
Tem um grafiteiro aqui na cidade chamado Gadão. Isso mesmo, Gadão. Eu simplesmente adoro os grafites, e tinha muita vontade de fotografar. Acontece que eu não ando com máquina fotográfica pela cidade. Então descobri que eu não era a única admiradora dos grafites. O Gon tinha um álbum inteiro do orkut dedicado às simpáticas vaquinhas e boizinhos. E com a permissão dele, aqui estão as fotos:
Quinta-feira, Junho 19, 2008
Domingo, Junho 08, 2008
Vi uma lingerie linda na vitrine do shopping com a Rita e a Aline hoje. Com cinta-liga, espartilho rendado, frufru e tudo mais.
Depois passei no Boticário e vi um creme hidratante da linha especial para os dias dos namorados. Sabe aquela coisa que você passa e dá vontade de comer? Então, desses mesmo. E depois, uma vela que derrete e vira óleo para massagem. Um luxo.
Bom, eu nem queria tudo isso mesmo.
Será que dá pra ter namorado só, única e exclusivamente, no dia dos namorados?
**Meninas, falando em Boticário e coisas que a gente passa que dá vontade de comer, uma dica: o perfume Floratta Emotion é desses. Opinião confirmada de três pessoas. Vale a pena tentar.
Domingo, Maio 25, 2008
Não que eu saiba muito, na verdade, o que eu sei é quase nada.
Segunda-feira, Maio 12, 2008
Formatura!
Quinta-feira, Maio 01, 2008
Domingo, Abril 20, 2008
Sábado, Abril 19, 2008
Hmm... certo, não é verdade. Não fiquei em casa só por causa da chuva. Quando eu coloquei a roupa, surgiu, assim, não sei de onde, um enorme pneuzão na minha cinturinha. Estou digitando e olhando para baixo, abismada com as proporções que esta coisa está alcançando. Não teve salto que salvasse! Quando eu começo a ficar mais... fortinha, é só por um salto que a aparência delgada e longilínea voltam, e, céus!, como eu amo esses adjetivos. L-O-N-G-I-L-Í-N-E-A, além de passear a língua pela boca voluptosamente (sim, eu gosto de volúpia e todos os seus derivados), cria na sua mente a própria imagem Gisele Bündchen.
E, para minha infelicidade, estou nada longilínea. Na verdade, rechonchuda seria a palavra.
Argh!
Aí vem uma dúzia de hipócritas dizer que não importa uns quilos a mais.
Mentira, viu? Tuuuudo mentira.
Se você não tem um enorme par de peitos leva o dobro de tempo para alguém te dar alguma atenção. Digo isso porque a maior parte dos meus amigos são amigOs mesmo, e foram eles que me contaram.
Estou começando a achar que e o jeito vai ser levar esses pneus até o quarto, vestir meu vestido de puta e dublar a Rita Lee cantando Lança perfume para o espelho. Dá até pra fazer uma coreografia obscena.
^^
Gorda e tudo, a noite promete!
Quinta-feira, Abril 03, 2008
Esses dias achei uma foto que foi tirada em 1996 na minha escola. Eu sentada na carteira com aquele sorriso bobinho de criança. Essa foto foi a capa do meu caderno de redação daquele ano. Com aquela idade o meu maior sonho era ser professora, mas com o passar dos anos eu fui trocando de sonho. Culpa desse mercado de trabalho instável, oras!
Tudo bem, provavelmente serei professora mesmo. Aí, peguei a tal da foto e coloquei dentro do caderno da faculdade, para me dar estímulo, sabe? Aquela menininha queria ser professora, e eu tenho a obrigação de realizar esse sonho bem realizado.
A Sandra, abrindo o caderno, olhou e disse:
"Noooooossa, cara! Essa é você?"
"Sim."
"Olha que descabeladinha, judiação... e você nem tinha dente direito! Olha que tamanhinho de dente!"
Eu ri.
"E olha a cara de psicopatinha, né..."
Tudo no diminutivo!
Bom, eu podia viver descabeladinha, ter toquinhos de dentes e olhar feito uma psicopata.
Mas eu era feliz.
E ficaria mais feliz ainda se soubesse naquela época que o maior objetivo da minha vida de seis anos seria verdade.
(...)
Isso se eu não mudar de sonho até daqui dois anos.
^^
Sexta-feira, Março 21, 2008
Facilitando as coisas
Sabe, devia ser mais fácil seguir a Jesus.
Ele poderia aparecer para mim um dia e dizer:
"Olha, Clarissa, eu sei que você se sente sozinha na igreja. E não é fácil fazer a coisa certa sozinha quando para fazer o que é errado existe muita companhia. Seus amigos casaram, foram embora, e você ficou aí. Então, o plano é esse: para você não ficar sozinha eu estarei com você o tempo todo, as outras pessoas não vão poder Me ver, mas você vai. Sábado à noite, se você não tiver nada para fazer, a gente escolhe um filme, compra chocolate e fica assistindo na sua casa. Depois podemos conversar e eu te coloco para dormir."
Terça-feira, Março 18, 2008
E o feitiço virou contra o feiticeiro...
Comecei a semana bem puta da vida. Imagine que você um dia você gostou de uma pessoa, e por uma série de motivos, não deu certo. Muito bem. Imagine que essa pessoa, assim do nada, decide aparecer de novo na sua vida. Liga, quer saber de você, quer te ver.
Imagine agora que você faz a besteira de insistir num flash back idiota de uns dois anos atrás. Fica toda sentimental, perde o apetite, cheia de borboletas no estômago.
Então, como tinha de ser, o cara some. E você liga pra ele. Resultado: ele não te dá a mínima bola e te trata com toda a frieza do mundo.
Agora eu ganhei o meu, não?
Tá bom, eu mereci essa.
E chega de falar nesse assunto.
Sexta-feira, Março 07, 2008
Sobre o meu bisavô
Na outra casa em que eu morei tinha um sofá e uma poltrona na sala. O vô sentava na poltrona, eu no sofá, e eu pegava minha nada pequena bola cor-de-rosa e jogava pra ele, daí, ele jogava pra mim. E ia assim, a tarde inteira. Às vezes minha mãe gritava lá da cozinha pra eu deixar o vô descansar, mas ele não ligava e continuava brincando.
Sabia que ele ia toda manhã até o supermercado pra comprar danone e bolacha recheada pra mim? Bolacha de morango era a minha preferida. Além de sempre pedir o troco em balinhas.
Sabe, meu vô tinha uma preocupação com quem andava descalço. E na época, tinha muito daquelas sandálias Melissa de plástico que são transparentes. Toda vez que me via ele dizia com o sotaque bem carregado:
"Por que estás a andar descalça, Clarissa? Vais pegar um resfriado!"
"Não tô descalça, não, vô! Olha, minha sandália que é transparente e não aparece."
Em 1995 o SBT passou uma novela baseada no livro As pupilas do senhor reitor, e o vô me chamava para assistir com ele e contava pra mim que ele tinha vindo de lá. Eu ficava sentadinha no sofá, achando bonitos os vestidos compridos e rodados que a Guida e a Clara usavam.
Quarta-feira, Março 05, 2008
Conclusões de uma auto-psicanálise furada - Parte III
Sexta-feira, Fevereiro 15, 2008
O dia foi tedioso do começo até o meio. O fim ainda não chegou.
É. Biprofenid é um analgésico extremamente potente. E deixa você meio sem noção do tempo, do espaço, de tudo. Notei quando acordei e fui esquentar um leite quente. Ao abaixar para colocar o copo no microondas, a porta dele quase veio de encontro ao meu nariz. E eu não entendi bem como foi aquilo.
Ainda estou sob efeito do remédio e perdi a vontade de escrever.
Em plena sexta-feira...
Terça-feira, Fevereiro 05, 2008
Conclusões de uma auto-psicanálise furada - Parte II
Quarta-feira, Janeiro 30, 2008
Conclusões de uma auto-psicanálise furada - Parte I
Segunda-feira, Janeiro 21, 2008
Eu sei, ando bem sumida esses tempos. Mas tudo por uma causa nobre.
Estou montando meus portifólios de aulas e não é pouco material.
Bom, logo serei a professora Clarissa. Ai, que emoção!
Estou sumida por outros motivos também, que não têm muita importância.
A geladeira está cheia, tem travesseiro e almofada na poltrona, e coisinhas para ler espalhadas pelos móveis. Quem quiser, sinta-se à vontade para espalhar-se pelo blog e ficar por aí até a hora que cansar. Eu estarei estudando. Lá no meu quarto.
o/
Quinta-feira, Janeiro 10, 2008
Promoção!
Ahhn...
Acho que fui "promovida".
De ajudante-telefonista-atendente-tagarela para secretária-do-gerente-enfiadora-de-coisas-em-malotes.
Ano novo, vida nova e tals.




















